quinta-feira, 11 de junho de 2009

Soneto IV

Depois do fim
há o novo começo
sempre soube,
isso mereço

De pressa,
apareço
No sol da manhã
resplandeço

A aurora
me revigora
e o mundo me ignora

Quem sabe outrora
Ou quem sabe no fim
Tudo que resta, está dentro de mim.

(KS)
31-05-09

Nenhum comentário: