terça-feira, 12 de outubro de 2010

Me perdoe se não fui o sonho que imaginou,
me perdoe se sou imperfeita;
faço as coisas tentando acertar.
Não me perdoe por te magoar,
não mereço tal esforço.

Mas eu é que não te perdôo por jogar,
por mentir e enganar, por bajular e não se entregar.
Pedi, certa vez, que me ensinasse a amar.
Se recusou. Agora não me culpe,
guarde seu mau-humor e ...
quem sabe possa a outra ele mostrar.

Mesmo assim, sinto sua falta.
Inevitável.

Kika

Um comentário:

Anônimo disse...

Tenho certeza que sua falta é sentida também.